É tanta coisa na cabeça que de vez em quando a gente se pergunta: é isso mesmo que quero? Afinal, quem sou eu? O que estou fazendo da minha vida? Estou dando atenção para as coisas certas? Estou gastando energia no que realmente importa? Estou dando a devida atenção para quem gosta de mim? A gente fica nesse mar de perguntas e nada até encontrar uma resposta.

28.3.15

O mesmo pesadelo


Flores, brilhos e castelos, nada disso importa mais. Esse tom cinza que vem me perseguindo como uma resta segue o seu portador, me tirado os sonhos bons durante meses. Aquele mesmo pesadelo de sempre, um poço que se transforma em um grande precipício. de cima não dar pra ver o fim, mais tem uma voz, uma voz presa que luta para se libertar, eu posso senti-la. Não sei o que ela quer dizer. Só consigo ouvir meu nome. Um bater de asas e um vento forte me empurra para baixo, o calor do meu corpo me aquece enquanto o vento bate no meu gélido rosto e brinca com os meus cabelos, não de uma forma gentil mais maldosa, deixando uma dor de cabeça alucinante. E finalmente naquele cair que parece nunca ter fim, eu vejo algo, parece um rosto eu conheço mais não consigo me lembrar de onde. A luz se apaga abro os olhos e a primeira coisa que visualizo é o filtro dos sonhos balançando sobre a janela entreaberta. Cortinas brancas, Thinking Out ​​Loud baixinho tocando na rádio. O despertador. Esse maldito despertador que não para de me avisar que estou atrasa pra ir algum Lugar. Que lugar? È assim todas as noites, o mesmo pesadelo, a mesma rotina, o mesmo rosto. Eu preciso descobrir o que significa. Pensei que esse filtro fosse me proteger, ele disse que iria. Ele... Aquele rosto...

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