É tanta coisa na cabeça que de vez em quando a gente se pergunta: é isso mesmo que quero? Afinal, quem sou eu? O que estou fazendo da minha vida? Estou dando atenção para as coisas certas? Estou gastando energia no que realmente importa? Estou dando a devida atenção para quem gosta de mim? A gente fica nesse mar de perguntas e nada até encontrar uma resposta.

3.10.14

Resenhas: Transformers 1, 2 3 e 4


Oi pessoal. Hoje os filme que escolhi pra resenhar foi os 3 de Transformers. Você pode ainda não ter assistido ao filme, mas já deve ter ouvido falar, já que a protagonista é a deslumbrante Megan Fox, que vive a garota perfeita que o protagonista de Transformers tenta conquistar. Então sem mais delongas vamos lá pra resenha.


Transformers
Sinopse: Durante séculos, duas raças alienígenas robóticas - os Autobots e os Decepticons - estiveram em guerra, colocando em risco o destino do Universo. Quando a batalha finalmente alcança a Terra, só o que separa os perversos Decepticons do poder total é uma pista guardada pelo adolescente Sam Witwicky, cujas preocupações, até o momento, estavam relacionadas apenas a escola, amigos, carros e garotas. Antes que consigam entender o que está acontecendo, Sam e sua amiga Mikaela se vêem bem no meio do confronto dos robôs gigantes. E depois de conhecerem os Autobots, compreendem o verdadeiro motivo: o garoto guarda consigo a chave de um segredo que pode ser á única chance de sobrevivência da humanidade. E é a partir daí que ele vai descobrir o verdadeiro sentido do lema da sua família: "Sem sacrifício não há vitória".

Uma coisa muito legal é que o produtor do filme Michael Bay é que ele odeia cenários em estúdios. Seu negócio é ir pra rua com sua equipe, explodir coisas de verdade - e essa predileção pela pirotecnia realista é elemento decisivo no sucesso de Transformers. Afinal, não apenas o público sente que a batalha pelo futuro do planeta está sendo travada no jardim de casa, mas os atores também "entram" melhor no clima do filme. Shia LaBeouf foi escolhido por improvisar piadas e lembrar Bay de um jovem Tom Hanks. LaBeouf e Fox malharam para se adequar ao físico do papel, e Duhamel e Gibson foram mandados para um acampamento militar. As filmagens ocorreram em 83 dias, entre Abril e Outubro de 2006, enquanto os primeiros testes de efeitos visuais foram em 2005, comandados pela Industrial Light & Magic, empresa de George Lucas. E o filme rendeu cerca de Tmais de 300 000 000 de dólares. Show! O filme tem um equilíbrio perfeito entre o bom humor e a ação. As cenas de pancadaria e perseguição são extremamente empolgantes, com direito a câmera na mão - estilo de filme de guerra - e intercaladas com momentos absolutamente hilários. A cena dos robôs escondidos no jardim, enquanto os pais de Sam discutem o que ele estava fazendo trancado no quarto, é Spielberg puro. Outra fonte de risadas é o próprio governo dos Estados Unidos, algo curiosíssimo, considerando que a produção teve imenso apoio das Forças Armadas do país. George W. Bush e sua administração mais uma vez viram motivo de piada em mais de uma ocasião. Os robôs estão absolutamente sensacionais! Os personagens blocadões dos desenhos ganharam milhares de partes móveis pelas mãos da equipe da ILM de George Lucas. Só o chefe dos Autobots, por exemplo, tem 10 mil partes diferentes que se mexem quando ele passa de caminhão para autômato. O resultado beira o chocante, com robôs mudando em pleno vôo para atacar oponentes, ou mesmo semi-transformados, arrasando uma auto-pista em perseguições alucinantes. Os efeitos especiais são incríveis, e ação definitivamente não falta em Transformers. É um filme ótimo, e mesmo sendo um filme de ação, não é um filme sério. Se você não assistiu eu sugiro que dê uma chance, porque vale muito apena. Ele definitivamente foi um dos melhores filmes de ação do ano.
Transformers 2 - A Vingança dos Derrotados
Sinopse: Em 'Transformers: A Vingança dos Derrotados', dois anos se passaram desde que o Sam Witwicky (Shia LaBeouf) e os Autobots salvaram a raça humana dos Decepticons invasores. Agora ele está se preparando para o maior desafio de sua vida: deixar sua casa e ir para a universidade. Apesar de seu extremo heroísmo, a batalha de Mission City se tornou uma lenda urbana, acreditada somente pelos teóricos da conspiração. Sam é ainda um adolescente comum, com ansiedades e empolgação em tornar-se adulto, separando-se de seus pais (Kevin Dunn e Julie White) pela primeira vez e prometendo ser fiel à sua namorada Mikaela (Megan Fox). É claro que ele tem também que explicar sua partida ao seu robô guardião, Bumblebee.
Depois do sucesso que Transformers foi, era mais do que claro que Michael Bay e Spielberg iriam fazer uma continuação. Como toda sequência, iriam ser aumentados os números de acontecimentos, de personagens e de explosões.  Infelizmente o  ritmo desse segundo filme ficou tão alucinante, que não consegui prestar atenção nas faces aos novos Autobots, os gêmeos ou as motos. O filme usou cerca de mais  de 200 milhões de dólares para a produção, mais ainda sim foi considerado ruim por muitos críticos e chegou a levar o ganhou o prêmio do pior filme do ano. Eu achei que ele deu uma caída em comparação com o primeiro filme, mais não achei que foi tão ruim assim. A Vingança dos Derrotados começam voltando no tempo (12.000 a.c.) para justificar a existência dos robôs nos primórdios da humanidade para depois voltar aos dias atuais e falar da parceria entre Autobots e humanos na luta contra os Decepticons. Sair de casa é algo que os Autobots entendem muito bem. Com a destruição da Allspark, Cybertron, o planeta de origem dos Transformers está inabitável e os Autobots vivem da melhor maneira possível na Terra, trabalhando numa aliança com os militares, como parte de uma equipe ultrasecreta chamada NEST. Enquanto isso na universidade, Sam tenta se adaptar à convivência com seu controlador e convencido colega de quarto, Leo (Ramon Rodriguez) e a uma igualmente agressiva tentação na forma de uma nova colega. Os robozinhos do bem, Optimus Prime e Bumblebee estão mais incríveis que nunca, até parece fizeram aulas intensivas de capoeira e kung-fu desde o filme anterior porque nesse eles até parecem zagueiros argentinos jogando tênis. Os gêmeos “niggas” também são uma grande tiração de sarro do filme, sem falar no Jetfire. Pelo outro lado, Megatron e o bonde dos malvadinhos não decepcionam e trazem ao seu lado um colossal par de colhões. Isso mesmo, o carro tem bolas, kkkkkkk. Shia LaBeouf como sempre a alegria para nosso dia. O ator já está habituado a fazer este tipo de personagem e é muito bom principalmente para o ar cômico que ele dar pro filme. E a Megan continua lá atraindo a atenção de todos os caras na sala de cinema, além de estar bem mais estressadinha, já que no primeiro filme ela estava quase sempre assustada. Gente eu gostei muito desse filme, apesar de todas criticas, eu achei que super valeu o dinheiro do ingresso. E indico a qualquer um que já tenha assistido o primeiro. Se você já era fã, com certeza não vai se decepcionar
Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua
Sinopse: Os Autobots, liderados por Optimus Prime (Peter Cullen), participam de missões secretas ao lado dos humanos, onde tentam exterminar os Decepticons existentes no planeta. Um dia Optimus descobre que os humanos lhe esconderam algo ocorrido no lado oculto da Lua. Trata-se da queda de uma espaçonave vinda de Cyberton, comandada por Sentinel Prime (Leonard Nimoy), que desencadeou a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética na década de 60. Os Autobots resolvem ir à Lua para resgatar o antigo líder, além das cápsulas que ainda estão no local. Paralelamente, Sam Witwicky (Shia LaBeouf) vive com sua nova namorada, Carly (Rosie Huntington-Whiteley), e está à procura de emprego. Ele sente-se diminuído, já que salvou o planeta duas vezes e ganhou uma medalha do presidente Barack Obama, mas nada disto parece ajudá-lo a se estabelecer no mercado de trabalho. Para piorar, Carly ganha bem e é assediada pelo chefe, o bilionário Dylan Gould (Patrick Dempsey). Pouco depois de enfim conseguir emprego, Sam recebe uma mensagem de Jerry (Ken Jeong), que trabalha no mesmo lugar. Jerry trabalhou na NASA durante a corrida espacial e agora é chantageado pelos Decepticons, que o matam. O fato faz com que Sam procure mais uma vez os Autobots, mas apesar de seus feitos do passado ele encontra resistência da nova comandante, Marissa Faireborn (Frances McDormand). 

O Lado Oculto da Lua é bem melhor que o segundo, ainda que mais uma vez excessivamente longo e que, em sua primeira metade, Bay continue a insistir em fazer graça com robozinhos irritantes e personagens supérfluos como o de John Malkovich. Dessa vez o roteiro traz uma história mais interessante e melhor estruturada, tornando a mitologia dos robôs transformistas a origem da corrida espacial EUA x URSS para chegar à Lua. Entre os protagonistas, o grande destaque fica por conta da modelo inglesa Rosie Huntington-Whiteley, que assumiu a vaga de Megan Fox como Carly, novo interesse amoroso de Sam (Shia LaBeouf). Este filme é um daqueles casos de filme em que não se espera nada, mas acaba me surpreendendo. Ele começa com a guerra de cybertron e depois utiliza-se de fatos históricos do planeta terra, principalmente a corrida espacial para dar uma ideia de conspiração governamental. Fora muito bem sacada a ideia. O roteiro vai desenvolvendo a ideia de que na eminência de uma guerra ( na Terra ) causada por outra ( em Cybertron ), nem todos são completamente unilaterais, que alguns podem trocar de lado, principalmente se acharem que é necessário para a sobrevivência. Neste sentido, este filme também dá uma ênfase maior aos terráqueos, não ficando somente centralizado nos Transformers, uma vez que os terráqueos são os principais afetados nesta guerra. Logicamente a essência básica dos filmes anteriores não está completamente abandonada, um monte de robôs gigantes que se transformam. O filme tem grande potencial de agradar vários gostos e também fora superior aos outros dois da franquia: Manteve o humor, tem muitas cenas de ação e uma pequena dose de conspiração, mas a questão de que lado cada um assume em caso de guerra que fora o foco principal deste filme. traz uma das melhores mixagens já nascidas das mesas dos engenheiros de som. A música é envolvente e rica, e até mesmo os pequeno efeitos visuais são inpecaveis. Esse Transformeres é um filme para se divertir, e vale com certeza a entrada no cinema com os espantosos efeitos visuais e os destruidores combates entre as máquinas rivais que trazem uma novidade que torna o filme mais violento: agora os Transformers sangram – e bastante. 
Transformers 4 - A Era da Extinção
Sinopse: Alguns anos após o grande confronto entre Autobots e Decepticons em Chicago, os gigantescos robôs alienígenas desapareceram. Eles são atualmente caçados pelos humanos, que não desejam passar por apuros novamente. Quando Cade (Mark Wahlberg) encontra um caminhão abandonado, ele jamais poderia imaginar que o veículo é na verdade Optimus Prime, o líder dos Autobots. Muito menos que, ao ajudar a trazê-lo de volta à vida, Cade e sua filha Tessa (Nicola Peltz) entrariam na mira das autoridades americanas.
A história se passa alguns anos após o grande confronto entre Autobots e Decepticons em Chicago e agora os gigantescos robôs alienígenas praticamente desapareceram. Os poucos que restaram, são cruelmente caçados pelos humanos, que não desejam passar por problemas extraterrestres novamente. A vida de Cade, antes tão pacata, dá uma guinada no momento em que ele descobre que o seu amontoado de lata é nada mais nada menos que Optimus Prime, o líder dos Autobots. Cade se vê dividido entre revelar a localização do Transformer, aproveitando-se da recompensa prometida, e ajudá-lo em sua missão. Mas nos momentos em que os federais descobrem que Cade e sua família estão envolvidos com os alienígenas, só lhe resta fugir e embarcar numa aventura alucinante. A Era da Extinção tem tudo o que você pode esperar de uma continuação da franquia. E o maior problema talvez seja esse, o filme não é uma continuação dos anteriores, é um filme completamente independente. Eu adorei os dino-bôs e gostei dos efeitos especiais. A trilha sonora, diferente dos outros longas, não empolgou. Mas algumas das cenas de ação protagonizadas por humanos também foram bem legais. Eu senti muita falata dos personagem os filmes anteriores principalmente das encrencas de Shia LaBeouf, da Megan Fox e dos nossos queridos soldados, Josh Duhamel, Tyrese Gibson e o Mark Wahlberg. Com a responsabilidade de pai ele ficou muito mais gato no filme, mas também menos interesante. Mas o Otimus Prime está tão grandioso e poderoso como nunca. Pra quem assistiu e gostou da franqui tem novidade, a franquia vai render continuação, além de Transformers 1 - Ac Vingança dos DerrotadosTransformers - 2 O Lado Oculto da Lua e o 3 Transfomers A Hora da Extinção, lançado nesse ano, o 4 já tem seu primeiro trailer divulgado como continuação da saga. Resumindo, Esse Transformers: A Era da Extinção” é um filme ok! Bem longe de ser bom como o primeiro.

Se você ainda não assistiu nem um filme de Transformers, eles com certeza vai ter que entra pra sua lista. A história é incrível e os efeitos especiais estão perfeitos. É o melhor filme de ficção cientifica e robótica de todos os tempos.

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