Precisa gostar de: estudar muito! Não basta apenas gostar de bichos. "Por mais que você tenha bastante conhecimento, sempre aparece um caso que você nunca viu e, por isso, precisará pesquisas para descobrir", comenta a profissional. "Também é preciso ter muita paciência para lidar com os proprietários dos animais", completa.

Dia a dia: desde o início de 2010, Bianca se desdobra para trabalhar em dois empregos. Das 8h às 14h, ela atua como voluntária no setor de cirurgia do Hospital Escola Veterinária da Metodista. Depois, ela corre para outra clínica veterinária, onde trabalha como plantonista das 19h às 7h. "Nos primeiros anos de formada é preciso adquirir muita experiência, e trabalhar à noite é uma oportunidade que exige que eu me vire sozinha", diz.

Onde trabalhar: além do cuidado direto com os animais em clínicas, o veterinário pode atuar em laboratórios de reprodução assistida e na indústria de produtos de origem animal, em projetos ecológicos, frigoríficos e laticínios, em fazendas e granjas.

Fica a dica: Diferentemente de Medicina, o curso de Medicina Veterinária não exige o período de residência, que costuma durar de um a dois anos. O aluno que optar por não vivenciar essa experiência sairá da faculdade apto a atuar como clínico geral. Muitos preferem fazer uma pós-graduação para especializar-se em determinada área.