É tanta coisa na cabeça que de vez em quando a gente se pergunta: é isso mesmo que quero? Afinal, quem sou eu? O que estou fazendo da minha vida? Estou dando atenção para as coisas certas? Estou gastando energia no que realmente importa? Estou dando a devida atenção para quem gosta de mim? A gente fica nesse mar de perguntas e nada até encontrar uma resposta.

16.4.11

Houve um tempo



Incrível como os garotos parece simplesmente serem de alguma forma necessários na nossa vida, mas como muitas vezes aquele necessário acaba por se tornar um mal. Não digo que os garotos sejam maus, só não os entendemos. Suas politicas, sua mente, suas filosofias parecem não bater com as nossas. Nós esperamos uma coisa e acabamos nos deparando com outra e mesmo assim, ainda precisamos deles.
Houve um tempo em que meu coração se deixava voar a cada olhar iluminado, a cada palavra doce e salpicada de o máximo de afeto. Mas um belo dia, as promessas não foram cumpridas, minha alma pareceu de fato ser amputada de algo que mostrava ser vital. E eu chorei. Agonizei em uma cama aos prantos, emagreci, fiquei sem dormir, mas lutei em pedidos pra que aquela dor cessasse. E apesar do tempo ter parecido longo em meio a dor, um belo dia acordei e estava curada daquela prisão. Foi quando os pássaros começaram a cantar novamente e comecei a andar nas ruas de cabeça erguida, e andar na chuva não era mais preocupante,  ou invés disso, se tornou excepcionalmente magnífico. Foi quando troquei finalmente os trapos sujos, por novas vestes. Deixei a capa de luto e coloquei o vestido de princesa e os sapatos de cristal, para esperar aquela pessoa que finalmente ia ser tudo aquilo que esperava em alguém. 

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